Trazer de volta as nossas meninas

Trazer de volta as nossas meninas. sendo traduzido, aguarde.. Resultados (português) 3: C. A. Ayres Em 14 de abril de 2014, na cidade de Borno, Nigéria, noroeste da África, uma organização terrorista chamada Boko Haram armada pesadamente, rendeu os seguranças de uma escola interna de meninas localizada num vilarejo chamado Chibok, invadiu os aposentos, retirando meninas das camas e forçando-as a entrar em caminhões de comboio, sequestrando... A UNESCO está apoiando o governo nigeriano para “trazer de volta as nossas meninas”, disse Bokova, fazendo referência à campanha internacional de mídia social. Precisamos trazer de volta esta tradição de costurar, bordar, fazer trico e crochê. Primeira conosco mesmas e depois para as meninas. É tão bom passar o tempo criando algo com nossas mãos, que depois poderemos usar nós mesmas, decorar, presentear, etc. E nos disse que faria tudo em seu poder para trazer de volta a nossa filha.' Em Abuja, Jonathan recebeu a portas fechadas 177 familiares, entre eles 57 meninas que conseguiram escapar dos radicais ... Uma campanha mundial - encabeçada por líderes como a primeira-dama americana, Michelle Obama, e o premiê britânico, David Cameron - não foi suficiente para trazer as meninas de volta ...

"Devo fazer algo para que minha tia não fique com os filhos dela?''

2020.07.29 22:46 lelezinha18 "Devo fazer algo para que minha tia não fique com os filhos dela?''


Oi Luba, falecidas pessoas de papelões, gatos e turma que esta a ver, já quero pedir desculpas pelo texto grande, vou tentar resumir o máximo.
Bom grande parte da minha família mora em um estado e eu moro em outro, e no estado em que eu moro tem mais facilidade de conseguir emprego. Quando eu tinha 14 anos (agora tenho 18) minha tia e a filha dela engravidaram e onde elas moravam não era fácil encontrar emprego, então meus pais decidiram trazer elas pra cá, dando outra chance pra elas (elas já vieram pra cá 3x e minha tia não procurava emprego e meus pais ficavam sustentando ela). Essa minha tia veio pra cá com os filhos e meus pais deram todo o apoio a eles, pagavam as despesas, compravam roupas, moraram comigo por bastante tempo até o marido dela juntar um dinheiro e vim embora pra cá. Quando ele veio, alugaram uma casinha e ele procurou um emprego e começou a trabalhar. Até aí tudo bem, minha tia foi fazer o pré-natal e descobriu que tem AIDS, consequentemente o marido dela teve que fazer exame, e ele tbm estava, como o dele estava mais avançado os médicos disse que ele passou pra ela. Depois ele confessou que já sabia, mas não teve coragem de falar pra ela. O bebê nasceu e como minha tia estava fazendo tratamento ela não passou o vírus pro bebê.
L o marido dela, no começo era bem tranquilo, tanto que ele veio o pra minha casa e dormiu aqui várias vezes, eu nunca fui com a cara dele, ele me olhava estranho...
Depois de um tempo ele se mostrou quem era, ele é viciado, traficava, roubava e era abusivo. Chegou a bater na minha tia várias vezes. Na minha festa de 15 anos meu primo veio pra minha casa, deixando só a mãe dele, a irmã mais nova e o padrasto. L só batia na minha tia quando o meu primo não estava lá (ele tem minha idade), nesse dia ele foi na casa de minha tia (eles tinham terminado, mas viviam voltando) espancou minha tia, quase matou ela, tudo isso na frente da filha deles de 1 ano, ele só parou quando a vizinha interviu e a polícia chegou. Minha tia não quis denunciar ele, na esperança que ele mudasse, então a vizinha que entrou no meio da briga denuncio ele (ele deu um soco nela). E ele foi preso, mas por apenas 45 dias, a lei é falha. Minha mãe mandou minha tia e meus primos embora o mais rápido possível, mas mandou pra cidade em que ela nasceu, já que lá L não conhecia ninguém e nem tinha ideia onde que minha tia estava morando. L começou a ameaçar minha família falando que se encontrar a gente, nós estávamos mortos, falou isso pros meus pais, para um tio meu e o filho dele. Vivíamos com medo, não podíamos sair, não adiantou ir na polícia, eles disseram que não podiam fazer nada. Com 15 anos não podia nem sair com meus amigos por conta disso, vivia chorando, desenvolvi ansiedade, tomava remédio controlado (tomo até hoje) e emagreci 20kg. Isso afetou muito nas minhas notas, no meu trabalho e no meu relacionamento. Minha tia sempre defendeu L, mesmo sabendo de todo o transtorno que ele estava causando.
Passou um tempo e L foi embora pra cidade dele, nisso nós tivemos paz e vivemos nossas vidas de boa, ele falava com a gente de vez em quando, mas era só pra dizer que depositou o dinheiro da filha e perguntar como ela estava. Ele passou a não ser um problema, só um dia que ele estranhamente apareceu na minha casa pedindo uma sacola??????
Minha tia (que agora está em outro estado) parou o tratamento e engravidou de outro cara (ele até hoje não sabe da condição dela), ela não fez pré-natal nem nada, pois não queria que as pessoas soubessem sobre ela. O bb nasceu infelizmente com o AIDS, e não faz nenhum tratamento, minha tia vive gastando o pouco dinheiro que ela tem com bebidas e festas, ela deixa os filhos de 5 e 1 ano em casas de pessoas desconhecidas ou de alguns familiares, antes ela levava eles pro bar, só que os bares proibiram ela de ir lá com as crianças. Ela vive pedindo dinheiro pra gás, aluguel, compras, minha mãe sempre faz o possível, até da o dinheiro suado dela vai todo pra minha tia, já falei pra minha mãe que minha tia não da valor as coisas e nem vai procurar um emprego enquanto minha mãe dar dinheiro a ela, ela só fala com minha mãe quando precisa de dinheiro.
Bom ultimamente venho pensando na possibilidade de denunciar minha tia, mas eu não tenho certeza se é uma boa decisão, vai que o conselho manda a menina pro pai que é uma praga? O bb eu sei que vai ficar com o pai e a avó, já que eles tentam dar o melhor pro bb, eles até tentaram ficar com a criança, mas a justiça pegou de volta e entregou pra minha tia. Infelizmento o pai do bb não sabe sobre a condição da filha.
Conversei com a minha mãe, e ela tem o mesmo medo, minha prima já tentou cuidar dos irmãos, o filho da minha tia se entregou totalmente para as drogas e não vive mais com a mãe. Até meus pais já se ofereceram a cuidar das crianças, eles até estavam dispostos a cuidar das crianças e criar elas até elas terem uma idade pra decidirem se querem morar com a mãe, eles iam fazer de tudo para o tratamento do bb. Meus pais já cuidaram de um primo meu que cresceu junto comigo, formos criados como irmãos, e com as crianças não seria diferente.
O que me parte o coração é ver duas crianças inocentes vivendo em péssimas condições e principalmente uma que precisa de tratamento e a mãe não liga, já falamos pra minha tia que apoiaríamos ela e iríamos pagar passagem o que for pra ela poder se cuidar e cuidar da menina, mas ela se recusa. Nessa pandemia ela não para quieta, por ela ser alcoólatra ela vive saindo e não pode ter um dinheiro no bolso e vai beber, não estamos podendo ajudar com as despesas das crianças, minha mãe é confeiteira e não está saindo muita encomenda.
Então, o que você acha que eu devo fazer? Fico mal em ver essa situação e não poder fazer nada.
Beijinhos >3
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2020.06.10 06:49 immauwu Não aguento mais a atitude dos meus amigos

Tenho vários amigos que conheço a alguns anos, mas dois deles em especial estão agindo de jeitos bem estranhos (vou chamar um de P e o outro de J). Gosto muito deles ainda, mas é meio complicado continuar gostando com as coisas que eles andam falando. Desde sempre, o P me trata como se eu fosse uma irmã mais nova, mais isso ficou bem mais estranho do que eu pensava recentemente. Ele me trata pelo meu apelido (seguido de "-Chan"), pede áudio de eu afinando a voz falando algumas coisas e isso me deixa extremamente desconfortável, principalmente levando em consideração que ele anda assistindo alguns animes... sugestivos.. recentemente, sempre com meninas que parecem ser muito novas, com muita erotização. Isso me assusta bastante pessoalmente. Também, ele e o J sempre estão rebaixando mulheres pelo seu gênero, dizendo coisas como "direitos iguais entre homens e mulheres não deveriam existir", fazem bodyshaming em qualquer uma que esteja levemente acima do peso, se sentem superiores apenas por serem homens, querem invalidar qualquer direito LGBTQ e ainda por cima reclamam que nenhuma garota quer eles, depois de todas as merdas que eles falam. Isso pra me afeta demais como mulher, até porque sempre fui muito insegura com minha aparência e quando vejo eles humilhando alguém por causa do seu corpo, imediatamente me sinto mal. A presença deles está começando a me trazer coisas que eu não queria de volta, como uma anorexia que tive alguns anos atrás e cada vez mais eles me fazem sentir pressionada para manter meu corpo "em forma". Eu sei que a esse ponto eu já deveria ter desistido da amizade com eles, mas eu simplesmente não consigo. Toda vez que eu tento defender alguém que eles estejam humilhando ou tento argumentar que direitos iguais são necessários sim, sou tachada de "feminazi", "feminista peluda" e alguns termos desse tipo, além de sempre receber comentários como "nossa, mas mulher é tudo assim mesmo" por parte deles. Isso tudo me faz muito mal, e eu sei que deveria largar logo deles, mas sei que pelo menos o P (com quem eu estudo junto há 11 anos) vai voltar atrás de mim, e provavelmente vai falsamente prometer que vai parar de falar as coisas que ele fala, e como eu confio demais nas pessoas, eu provavelmente vou acabar perdoando. O fato de eu estar presa nisso é tanto influência do poder de manipulação deles e a minha sensibilização fácil, e eu sei muito bem que só eu posso resolver isso, mas pra mim não é tão fácil, sabe?
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2020.06.03 22:40 Reciju Sobre aquele que pedi a ajuda de vocês

Sobre aquele que pedi a ajuda de vocês
Sei que diversos de vocês viram meu último post pedindo ajuda para Anko, como vários de vocês se interessaram e desejaram sorte me senti na obrigação de informar o desfecho de tudo, então segue a história com uma cartinha que fizemos para ela ontem :/ Espero que gostem, muito obrigado por tudo turma, vocês nos ajudaram demais <3
Data: 02/06/2020
Para nossa princesinha Anko:

Moça, hoje você partiu e como se não bastasse, levou embora parte dos nossos corações.

Tudo começou tão de repente, até agora é difícil acreditar. Você, a nossa gatinha, aquela cheia de vida e toda louquinha, um dia parou de correr, parou de brincar...

Não esperamos, sabíamos que não estava bem, então corremos marcar uma consulta com a veterinária, que de início suspeitou ser uma inflamaçãozinha no útero, porém sem exames, não dava pra ter certeza.

Não hesitamos, fizemos todos os exames indicados e infelizmente, o resultado foi inesperado. O que de início parecia ser apenas uma condição “simples” na verdade, tratava-se de um caso complexo e incomum para uma gatinha de apenas 1 ano e 9 meses, filha, você tinha 2 pedrinhas que estavam obstruindo a passagem da sua urina do rim para a bexiga. Urina acumulada no rim é perigoso, estava afetando seu órgão, correndo risco de parar de funcionar... Então, começamos a lutar por você.

Corremos atrás de tantos veterinários, todos eles ficavam surpresos; Primeiro, pelo fato de que gatinhas da sua idade não costumavam desenvolver pedrinhas; Segundo, pelo fato de que, no seu caso não era apenas em um, mas sim, nos seus dois ureteres. O famoso um em um milhão.

Nós ficamos tão desesperados, todos os veterinários diziam que o prognóstico não era bom, e que não faziam esse tipo de cirurgia... Até que então, finalmente encontramos um cirurgião com experiência nesse tipo de caso. Conversamos com ele, e não havia mais tempo, seu rim começaria a deteriorar cada vez mais sem a cirurgia, então, mesmos cientes dos riscos e sabendo que era arriscado, difícil e, por conta disso, caro todo o procedimento, autorizamos. Nós sabíamos que você era forte. Logo voltaria ao normal e estaria conosco na nossa casa!

Para conseguir o dinheiro da cirurgia fizemos uma vaquinha on-line, você nem imagina filha, muitos abraçaram a causa e de imediato nos ajudaram e doaram! Recebíamos tantas mensagens de carinho e apoio à você.... Mas, apesar disso, não tínhamos tempo, então, antes mesmo de conseguirmos arrecadar o valor necessário, tivemos fé e decidimos realizar a cirurgia. Durante todo o período Deus fez nossa fé valer e muita gente continuou nos ajudando!

O dia da sua cirurgia foi extremamente tenso, não conseguíamos pensar em mais nada, só em você, tudo que fazíamos voltava para você, nós choramos tanto e enchemos tanto, mais tanto, o saco dos veterinários, até que finalmente recebemos a tão incrível e esperada notícia: Nossa menina havia passado pela cirurgia, as duas pedras foram removidas e ela parecia estar ótima! Acordou comendo e tudo mais. Nossa, ficamos tão felizes! foi a primeira noite que conseguimos dormir desde que tudo começou.

O Pós-operatório só nos deixou mais animados, no primeiro dia você já demonstrava uma avanço incrível, estava comendo, tomando água, URINANDO! No seu segundo dia puderam remover suas sondas, e novamente, uma notícia incrível de que continuava urinando normalmente e todos os exames estavam ótimos! E ainda nos informaram que no dia seguinte já poderíamos te levar de volta pra casa, filha!!!

Nós ficamos tão felizes, estavamos com tanta saudade e finalmente teríamos você de volta! Naquele dia acordamos cedo e arrumamos a casa toda para te receber. Pra evitar qualquer risco de você fazer uma loucura e abrir os pontos, tiramos todos os móveis da sala que você pudesse subir, colocamos o colchão no chão pra continuar dormindo na nossa cama, colocamos as mantinhas que você mais gostava, compramos todos os medicamentos e equipamentos indicados que precisaria.... Estava tudo tão perfeito pra você, princesa. A nossa sala virou um quartinho todo adaptado à você.

Quando chegou em casa, meu Deus, foi uma festa! Assim que pisou no chão, correu para o nosso colchão, e se jogou de barriga pra cima para que nós pudessemos acariciar sua barriguinha, do jeitinho que você sempre amou... Aquele sábado passou voando, a tarde toda cuidamos de você, dando comida, água, levando pra usar a areia... mas você parecia querer só uma coisa, ficar deitadinha com a gente. Achamos que pudesse ser pelo fato de ter recém saído de todo aquele estresse. Então, cochilamos nós três, com você no nosso meio o tempo todo, o mais próximo possível. Você estava com saudade, né? Nós também!

Mas, infelizmente, a noite chegou. Apesar de estar tomando água normalmente, não foi urinar, nenhuma gota... e ainda se recusava a comer. Ligamos desesperados para a veterinária e fomos orientados para o que deveríamos fazer. Aquela noite foi longa, ficamos acordados o tempo todo, te levávamos para a areia, para a comida, e infelizmente, nada! Sofremos tanto, ficamos tão desesperados... logo na manhã seguinte ligamos novamente para a veterinária, que foi te visitar em casa. Ficamos horas te analisando após as aplicações das medicações.... E aí, nada! nenhuma alteração... Tudo parecia desabar novamente, você, nossa filha, ainda estava doente.

Fomos indicados a te levar novamente para a clínica, você não gostou nada da ideia de deixar nossa casa, não queria entrar na caixinha de transporte, lá na clínica começou a miar alto, como quem não queria passar por aquilo novamente, mas não tínhamos escolha, era sua saúde que estava em risco, princesa! Chegando lá, nos informaram que fariam um Raio X imediatamente e que você ficaria mais um dia internada.

Saímos da clínica, e ao chegar em casa sentimos tanto, MAS TANTO! a sua falta que, sem nem pensar duas vezes, decidimos voltar na clínica pra te ver, fomos no mesmo segundo. Chegando lá nos falaram que você estava extremamente brava e não deixava nem que tocassem em você. Engraçado que bastou só entrarmos na sala de internação e chamarmos seu nome pra você mudar completamente.

Só de lembrar de você correndo para baixo dos nossos braços deitando a cabeça pra descansar, nos da muita vontade de chorar... sabíamos que você queria ficar com a gente, a gente também não queria desgrudar de você, mas o horário de visitas estava encerrando, e tivemos que ir embora com muita dor no coração.

Apesar de tudo, acreditávamos que logo daria tudo certo e você retornaria... Alguns minutos após saírmos, a veterinária nos informou que o exame seria analisado e laudado logo pela manhã, e que se tudo estivesse em ordem, poderia voltar já no dia seguinte pra casa. Nesse dia dormimos tão esperançosos...

Logo quando amanheceu, recebemos uma ligação da clínica. Eles disseram que você estava bem, estável, e que o Veterinário responsável pela cirurgia inicial queria falar conosco. Fomos prontos para te trazer de volta, tínhamos certeza que você receberia alta! Mas, ao chegarmos lá, percebemos a cara do cirurgião e nossos corações dispararam. O Dr. nos explicou o resultado do seu novo exame, tinha um acúmulo grande de líquido em seu abdome e seu estado clínico havia regredido muito rapidamente... Nos falaram sobre um a necessidade de fazer um novo procedimento, que permitiria que eles analisassem melhor as complicações e suas causas, para saber os próximos passos. Mas, não foi uma escolha nada fácil aprovar esse procedimento... Como teria que passar novamente por um procedimento cirúrgico, nós que tivemos que decidir entre fazer ou não fazer. Se não aprovássemos, suas chances de vida seriam muito baixas caso fosse uma complicação decorrente da primeira cirurgia. Porém, se aceitássemos o procedimento, você passaria novamente por uma anestesia, e como estava fraquinha seu corpo poderia não responder bem... Era arriscado! Mas, todos lá orientaram que o mais indicado seria optar por fazer. Resolvemos passar te ver antes de decidirmos, lá na salinha de internação você estava tão diferente, não conseguia nem levantar, só respondia com miados quando falávamos com você... fomos obrigados a aceitar o procedimento, não podíamos deixar nada de mal acontecer com você naquele ponto! Aguardamos a tarde inteira, o procedimento atrasou, foi outro dia longo e tenso! até que recebemos uma ligação dizendo que tudo tinha dado certo, e que você acordaria dentro de algumas horas da anestesia. Nós te visitamos enquanto dormia, conversamos baixinho com você, fizemos carinho, e uma hora ouvimos seus miados bem baixinhos e sem força de volta... até vimos você tentando mexer uma patinha pra tentar nos receber... Fomos para casa com esperança, torcendo pra que saísse logo de lá. Até que... 2h da manhã, do dia 02/06, recebemos a pior notícia de nossas vidas.

Uma parada cardíaca... não conseguiram salvar sua vida. Desmoronamos. Ficamos (e ainda estamos) sem chão. Só podia ser mentira... Saímos correndo para te ver. Quando chegamos não acreditávamos no que víamos, nossa filha, infelizmente havia mesmo nos deixado.

A ficha até agora não caiu, colocar sua mantinha e seus brinquedinhos favoritos ao lado do seu corpinho sem vida foi a maior dor que já sentimos. Nunca nos esqueceremos da nossa despedida. Anko, moça... nossa menina, nossa princesa!

Hoje o céu recebe a mais incrível estrelinha do mundo. Por favor, nunca se esqueça de nós. Nunca se esqueça que te amamos muito! Seu pai, sua mãe e sua irmãzinha sentem muito sua falta e te amarão por TODA a eternidade! Pra sempre lembraremos de você com um sorriso no rosto e um grande aperto no coração. Você nos escolheu, foi amor a primeira vista, correu direto para sua mãe e logo se acomodou. Mal sabíamos que nossa vida mudaria a partir daquele momento... alí ganhamos uma companheira para todas as horas, você cuidava tanto de nós... até mais que nós de você. Jamais saberíamos que uma gatinha pudesse ensinar tanto sobre o amor, com toda sua inocência e sinceridade!

Nossa louquinha e medrosa, sempre que olharmos para as paredes lembraremos com carinho do seu parkour, se todas as brincadeiras... do pega-pega...

Saiba que te ver doentinha, sem brincar foi a pior coisa que poderíamos ver no mundo?

Hoje só queremos agradecer por tudo que vivemos, por todos as lambidas, por todas as vezes que você estava do nosso lado, por todas as noites de sono deitada coladinha, por todas as vezes que você nos recebia na porta de casa, por todas as inspeções durante a madrugada pra ver se seus humanos estavam bem, por todas as esfregadas em busca de mais carinho... todas as brincadeiras, todas as conversas, tudo! Foi mais que especial. Chegar em casa jamais será a mesma coisa, não importe quanto tempo passe, nosso amor sempre será seu.

Obrigado Anko, amamos você. <3
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2019.11.07 03:25 Mustafasustenido Completei 30 anos, virei mago e isso me abalou profundamente

Caros colegas redditors.
Buscarei a melhor forma de contar essa história aqui e farei um TL;DR no fim, mas tentarei não deixá-la massiva.
Então... venho de uma família classe média alta onde o que mais tive foi amor e carinho.
Em minha adolescência viajei bastante pelo mundo com minha família, estudei em uma escola excelente, fiz muitos amigos (alguns hoje são meus irmãos de vida) e posso dizer que foi o melhor período de minha vida.
Porém nunca consegui me relacionar com nenhuma mulher. Terminei o ensino médio sem nunca ter dado um beijo. Só tendo encostado na mão de uma menina 1x e passando por dezenas de rejeições (perdi as contas da quantidade de vezes que me apaixonei e não fui correspondido).
Sei que isso, em partes, se explica pelo fato de eu ter sido o ser humano mais magro (com saúde) que já conheci. Sem entrar em muitos detalhes meu IMC era por volta 13, eu era literalmente só o osso. Mais de 1,80m e menos de 50 kg (muito tempo depois descobri que é simplesmente a genética, mesmo malhando existe uma barreira pra meu peso e cada segundo de sedentarismo me faz emagrecer), exames perfeitos. No fim da adolescência entrei pra academia e consegui um corpo magro normal, porém o estrago na minha autoestima já estava feito (apesar de eu ter convicção que a qualquer momento, naturalmente, as coisas aconteceriam e eu acharia alguma menina pra me relacionar).
Passei em uma das melhores faculdades do país, no curso que eu queria, saí de casa pra morar sozinho e estudar, tinha tudo pra minha vida continuar as mil maravilhas, mas encontrei meu primeiro problema. O local de estudo só tinha homens e, como eu não era muito de sair, me bateu um grande desespero de continuar BV por muito tempo, já que não teria contato com mulheres... Enfim, uma depressão apareceu e fiquei quase 2 anos praticamente na rotina casa-faculdade-casa (além de minha família ter colocado quase uma babá em minha casa, pra que eu pudesse ficar mais relaxado). Foi com sobras o pior período de minha vida, em momentos de crise não conseguia comer praticamente nada, em momentos normais eu tinha que empurrar cada refeição. Voltei pra um estado de muita magreza (IMC 14,5), parei de fazer atividades físicas... minha família percebia pouco porque, além da distância, meu desempenho continuou excelente. Meus amigos de infância estavam em outras cidades e meus amigos da faculdade não pareciam notar nada (até porque já me conheceram nesse estado).
Consegui começar a superar essa situação depois de um grave problema de saúde na família. Entendi que nada do que eu sentia se justificava com tanto sofrimento que eu estava vendo daquele ente querido próximo a partir. Tanto que, depois da sua morte meus pensamentos voltaram a funcionar quase que normalmente (algumas recaídas de vez em quando) e voltei a ter aquela certeza adolescente que a qualquer momento naturalmente eu ia encontrar uma parceira.
Resumindo bastante, terminei a faculdade e comecei a trabalhar numa das maiores empresas do país, em uma cidade média do Brasil. Em pouco tempo eu assumi uma função de gestão e hoje estou quase no topo da carreira. Além disso dou palestras periodicamente para centenas de pessoas e ministro um curso noturno na área em que sou referência. Minha remuneração é o equivalente a 1 carro popular a cada 2 meses.
Ah... não possuo redes sociais
O que vou falar agora pode ficar parecendo querer me "gabar", mas é só pra enaltecer a gravidade da situação e o quanto tudo pesa em mim.
Meu modelo de gestão virou referência na empresa (e no mercado em geral), por criar uma equipe "família" (tenho muita facilidade em analisar perfis de pessoas e criar ambientes de trabalho que funcionam de maneira leve), os funcionários da empresa simplesmente me vangloriam pela forma como eu levo as coisas e resolvo as situações. Um dia desses um antigo auxiliar de serviços gerais (o qual sempre incentivei [verbalmente e financeiramente] a terminar o curso que estava fazendo) que conseguiu vaga de assistente administrativo em outra empresa veio pessoalmente me agradecer (até uma lembrança me deu, que guardo com bastante carinho) por conta dos ensinamentos que passei pra ele, que, segundo o mesmo, "foram de grande importância para o crescimento na carreira dele".
Dou palestra pra centenas de pessoas por mês, pra falar sobre a área que domino e está em ascensão em todo o mundo. As palestras tem sido um sucesso, e a plateia aumenta a cada ciclo. Sempre tive muita facilidade pra falar (e prender a atenção das pessoas) em público.
Minhas aulas noturnas também correm de maneira bastante positiva. Sempre tive prazer em ensinar e ver o aprendizado de cada estudante (principalmente os que mais tem dificuldades) me dá uma sensação de dever cumprido muito grande.
Além disso tudo sou multi-instrumentista. A música é parte de mim e sempre quis compartilhar com o máximo de pessoas possível. Dessa forma, sou um dos fundadores (e professor) de um projeto comunitário com objetivo de transformar a vida das pessoas de uma maneira efetiva.
Dito isso, volto pra o ponto do desabafo do tópico.
Completei 30 anos, sou BV e, obviamente, virgem e isso vem me destruindo a cada dia que passa. Todas as pessoas próximas a mim já tem família, ou pelo menos namoradas sérias/noivas e eu mal encostei na mão de uma mulher.
Analisando friamente (uma das minhas maiores virtudes são as autocríticas) sou um homem nota 7 de rosto (sei que nos achamos mais bonito do que o que somos, mas já descontei uns pontos, risos) e 3 de corpo. (recentemente estava melhor de corpo mas ansiedade que venho sentindo nos últimos meses vem me corroendo, e tenho total consciência que não posso por a desculpa dos meus insucessos integralmente no meu corpo)
Ninguém sabe que sou BV e meus dois amigos mais próximos sabem que sou virgem.
Mensalmente recebo a sugestão de procurar uma prostituta, mas meu EU me diz que isso seria a maior prova que sou incapaz de conseguir um primeiro beijo com uma moça que gostasse de mim de verdade (e nem sei se é recomendado beijar prostitutas, risos).
Meus amigos já tentaram me "armar" com conhecidas em festas, mas nas duas vezes que isso aconteceu notei que as moças não queriam e nem tentei forçar a barra. Acabei saindo das situações muito pior do que antes, sentindo a rejeição na pele mais uma vez. Sabe aquela facilidade pra falar em público? Isso desaparece integralmente em contatos sociais diretos com muitas pessoas do sexo feminino (principalmente em festas, que nunca gostei e hoje em dia mal vou, a não ser as do trabalho ou quando faço parte da banda). Na verdade ir em festas no geral me cansa MUITO, vou uma vez por ano, depois de muita insistência dos amigos, porque sei que vou ficar lá 5-6h com cara de paisagem, sem despertar o interesse de nenhuma mulher random por conta de não conseguir ter a mínima postura e não ter um corpo tão legal pra gerar interesse numa numa festa.
Tenho total convicção que, se eu fosse uma mulher, jamais pegaria um cara inibido como eu num ambiente de festa, eu simplesmente me reduzo a um pedacinho de nada, sei que isso é muito por conta da baixa autoestima devido ao meu corpo e às rejeições femininas que sofri na adolescência.
Minha rotina hoje em dia se resume basicamente a:
Trabalhar de segunda à sexta o dia todo (e noite), tento ler algo pra relaxar;
Sexta à noite (pelo menos a cada 15 dias) saio com meus amigos (e suas esposas) pra um barzinho;
Sábado trabalho mais um pouco, assisto futebol e vou dar aula de música para o pessoal no projeto;
Domingo passo o dia feliz com minha família, à noite vou à missa pra relaxar um pouco o espírito e me preparar para a semana.
Sinto um pouco de tristeza principalmente ao escrever que passo o "domingo feliz" com minha família, com um toque de desdém. Porque realmente tinha tudo pra ser algo perfeito, mas meu EU interno já passa cada minuto, em cada uma dessas atividades, pensando no quanto de vida eu perdi por chegar aos 30 anos sem ter me relacionado com uma mulher e saber que esse tempo não volta atrás nunca.
Saber que jamais vou ter uma namoradinha aos 15 anos, conhecer aos poucos e sem maiores pressões como um relacionamento funciona. Ir de mãos dadas ao shopping, assistir um filme, trocar palavras, olhares... Cada vez que penso nisso parece que uma parte de mim fica pra trás, não consigo exprimir com palavras o vazio que isso me faz sentir.
O estopim para que eu resolvesse desabafar e (com fé em Deus) procurar ajuda profissional foi o seguinte:
A empresa é composta majoritariamente por homens e mulheres de mais idade, mas possui algumas estagiárias e o pessoal sempre me fala na resenha (não sei até que ponto é resenha [na verdade eu sei que não é resenha]) que elas fazem de tudo pra se envolverem comigo (lembra aquela história de que sou bom pra traçar perfis de pessoas e montar equipes? Pois é, quando o assunto é relacionamento com mulheres eu não sei interpretar os sinais mais básicos). Obviamente eu jamais me envolveria com uma estagiária (até mesmo uma ex-estagiária), por razões profissionais, mas já recebi muitos "convites" via Whatsapp, que acabo levando na brincadeira pra não queimar minha reputação.
Enfim, recentemente chegou o ponto que resolvi que meu psicológico era mais importante do que meu medo de "me queimar" e comecei a conversar com uma estagiária (10 anos mais nova e de família humilde[claro que não ligo pra isso, só estou dizendo aqui pra que você me ajudem a interpretar a situação depois]) que já estava terminando o contrato e ia ser efetivada em outra cidade. A iniciativa foi minha (e isso me fez ter ainda mais vontade de que desse certo), mas, mesmo sendo um poste, eu sempre notei a forma que ela me olhava, sorria e nas conversas que tivemos nossas ideias se batiam muito, além de ela me atrair fisicamente e ser bastante inteligente.
Começamos a conversar diariamente via Whatsapp (evitávamos contato pessoal por conta do ambiente da empresa). Pouco antes do contrato dela acabar surgiu o momento e falamos mutuamente do que sentíamos, dos problemas que isso podia trazer pra vida profissional, mas acabamos concordando que valeria a pena tentar algo. Um tempo depois resolvi chamá-la pra sair e ela aceitou, mas veio com uma conversa que não era pra eu criar expectativas e que ela "não era fácil" (com outras palavras mas em resumo era isso). Confesso que achei meio estranho, há pouco tempo havíamos nos aberto um para o outro, mas não entendo nada de mulheres mesmo, então vamos seguir a história.
Tive o primeiro encontro da minha vida (sim, aos 30 anos, repito) levei ela pra jantar em um local que não fosse o mais caro da cidade (pensei que ela se sentiria mais confortável caso pudesse pagar o que havia consumido, se desejasse).
Saí de casa bastante nervoso, mas seguindo à risca tudo que os tutoriais on-line tinham me ensinado. Asseado, perfumado, bem vestido (como se eu já não vivesse assim...) e tentando o máximo possível ser simplesmente eu.
Chegamos ao local (um pouco preocupados que algum conhecido nos visse), mas a coisa fluiu tão naturalmente que, aos poucos o nervosismo foi passando. Aproveitamos o momento "livres" e conversamos sobre muita coisa ao longo de quase 3 horas (sem nenhuma forçação de barra, a coisa realmente acontecia de maneira espontânea), falamos um pouco sobre nossas vidas, nossos anseios, falamos mal das pessoas das mesas vizinhas... isso tudo com intensas trocas de olhares. Chegou um ponto que tomei coragem, segurei na mão dela e, pasmem, ela deixou. Fiquei ali de mãos dadas com ela (foi uma das melhores sensações que já tive na vida), trocando carícias e conversando por mais alguns minutos, quando decidi que era hora de sair e tentar algo.
Como já disse, antes do encontro eu estava muito nervoso, mas depois de todo aquele tempo com ela eu percebi que as coisas realmente iam acontecer de forma bastante natural.
Saí do restaurante abraçado com ela, fomos em direção ao carro (estava num local isolado), fiquei de frente com ela, falei 2 palavras e fui em direção ao meu primeiro beijo.
Ela simplesmente se virou e disse "na-não" (foi mais em forma de ruído de negação, mas achei melhor escrever assim), nesse momento não entendi mais nada (teria interpretado algum sinal de forma errada? Deveria insistir?).
Dei um abraço nela falei algumas palavras, tentei novamente e recebi mais uma rejeição.
Não soube o motivo (até agora não sei), mas preferi não insistir, demos um abraço demorado e levei ela pra casa, conversando sobre outras coisas.
Faz pouco tempo que isso aconteceu e ainda trocamos algumas palavras via Whatsapp. O que me deixa tranquilo é que eu pelo menos tirei a bunda da cadeira e tentei. Mas a frustração de mais uma rejeição é algo incomensurável pra mim. Não sei quando terei contato com outra mulher a esse ponto (estatisticamente eu tenho contato, com chances de dar algo, com uma mulher a cada 2 anos, e, é claro, nunca deu certo)
Com relação a esse encontro (eu queria até a opinião dos colegas redditores) eu trabalho com 3 hipóteses:
1 - Ela quer algo, mas não quis se mostrar fácil/interesseira (como as outras estagiárias que mandam mensagens diretas pra mim por Whatsapp) e está esperando outro convite meu para que possamos sair novamente e finalmente ocorra algo;
2 - Ela não quer mais nada por conta de uma das milhares de coisas que podem estar se passando na mente dela;
3 - Isso foi a prova de que meu corpo possui alguma substância não identificada, incolor, inodora e insípida, que cria uma barreira contra mulheres.
Não sei se vale a pena insistir, estou tão frustrado que não consigo ter forças pra um contato mais direto (apesar de sentir muita falta das conversas com ela);
Pra finalizar, meu desespero hoje é tão grande que penso até em fazer uma rede social (coisa que nunca tive) só pra me "amostrar" (algo que é totalmente contra meu perfil). Mostrar meus carros, minha casa na praia, minhas viagens semanais, meus momentos com os amigos, sei lá, qualquer coisa que pudesse gerar alguma curiosidade sobre mim para as mulheres.Mas aí me olho no espelho e percebo que quando chegar a esse ponto eu realmente não estarei mais sendo eu e algo de muito errado (além do que já está se passando) estará acontecendo.
TL;DR: Homem, 30 anos, família perfeita, muitos amigos (alguns verdadeiros irmãos), trabalho dos sonhos, ótima situação financeira, porém BV e virgem.
Fazendo um resumo desde a adolescência:
Comecei a aprender sobre música achando que com isso um relacionamento viria naturalmente (ao menos a música virou uma paixão real em minha vida);
Comecei a fazer academia achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a cursar um dos cursos mais concorridos do Brasil achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
Comecei a trabalhar e hoje ganho mais do que 99% da população brasileira achando que com isso um relacionamento viria naturalmente;
E não veio. Hoje não sei mais o que buscar ou a quem recorrer... A ansiedade (ou seria depressão?) está chegando a tal ponto que me vejo totalmente refém de alguns pensamentos que me atrasam bastante. Eu não consigo, por exemplo, passar mais de 15 dias (ou ir pra um lugar distante) longe da minha família/amigos próximos. Começa a bater um desespero (tipo os que eu sentia na depressão quando tinha 20 anos) e começo a pensar que eu poderia estar ali com uma companheira, aproveitando cada segundo. Já desisti de diversas viagens para fora do Brasil por conta disso. Coisa que fazia naturalmente na adolescência.
Sinto que a cada dia a bolha vai aumentando, a ponto de começar a atrapalhar nos meus trabalhos e vida pessoal, viagens a trabalho para fora do estado estão se tornando um sofrimento (as consequências de todos meus medos recaem sobre meu sistema digestivo), acordo à noite desesperado com medo do dia de amanhã, comecei a procrastinar algumas coisas e perder o tesão em diversas situações de prazer do dia a dia (não consigo mais jogar videogame por achar que isso me torna ainda mais virgem e inútil. A própria masturbação se tornou um momento de tristeza. Tocar piano, violino, violão, etc sozinho muitas vezes só me traz dor).
Cada elogio que recebo na empresa, palestras, aulas, crianças no projeto de música, família, amigos, parece aumentar o vazio que sinto.
Gostaria de simplesmente arrumar uma companheira e viver a vida a dois, viajar, compartilhar momentos, beijar, quem sabe, caso a coisa desse certo, ter filhos, criar uma família...

De qualquer forma, me sinto um pouco mais leve por ter passado 2 horas escrevendo e tendo exprimido todos esses sentimentos pela primeira vez (pra o lado de fora de minha cabeça).
Estou pensando em procurar um psicólogo (creio que já devia ter feito isso desde a minha primeira depressão lá nos 20 anos). Como garantir que eu, sendo uma figura conhecida na cidade não terei todas as minhas histórias íntimas divulgadas (sei que psicólogo é uma profissão muito séria, peço até desculpas de antemão caso essa pergunta ofenda alguém, mas uma pessoa má intencionada poderia destruir toda minha reputação externalizando minha intimidade). Na verdade a pergunta é "como escolher um psicólogo?". Caso não dê certo é normal trocar de psicólogo?
Obrigado a todos pela atenção.
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2019.09.20 11:26 Bullke Eu nao consigo desapegar.

Em julho de 2017 eu estava bem entediado com a vida, terceiro ano do ensino medio, ja tinha passado para uma faculdade particular boa, nao tinha muitos amigos e os poucos que eu tive, outra longa historia... enfim, tinder. Eu usava o tinder boa parte do tempo para zoar, nunca foi meu interesse conhecer absolutamente nenhuma das pessoas que eu dava match, mas usava a minha foto mesmo assim, eu nao era babaca, so ficava mandando cantada idiota. Todo dia. A primeira frase que eu falava era "opa meu mel", eu era constantemente ignorado, mas as vezes alguem acabava respondendo. Minhas configuracoes eram para pessoas mais longes de mim (16km) e mais velhas (30-50) mas um dia uma menina de (supostamente) 19 anos apareceu na minha "timeline" (?), quem ja usou tinder sabe que nao e normal pessoas com idade tao destoantes da que voce setou aparecer, costuma ser like. Ela tinha um nome peculiar, era muito bonita, dei like e logo apareceu que demos match. Mandei o classico opa meu mel, esperando um belo block, mas ela respondeu "ola meu docinho". Comecamos a conversar depois disso e conversavamos o dia todo. Ela sempre me respondia rapido e era doce, era muito facil de conversar com ela. Descobri que ela estava gostando de mim pelo jeito que ela estava me tratando, algumas indiretas que ela postava, enfim, eu tinha tido poucas relacoes na minha vida, nunca tinha sentido nada demais por ninguem, eram todas paixonites, chamei ela no whatsapp e disse que EU gostava dela, queria ver uma reacao, ela disse que gostava de mim e que tinha medo de nao ser correspondida, eu fiquei meio chocado mas resolvi dar uma chance pra ela. Quando a gente comecou a ficar mais intimo nossa relacao ainda era virtual, isso durou mais ou menos 2 semanas (eu me sinto mal de lembrar disso tudo, minha visao chega a ficar turva) ate que marcamos de nos encontrar numa segunda ou quarta, eu costumava ter aula a tarde nesses dias e os pais dela trabalhavam dia sim dia nao, era perfeito. Quando eu cheguei na casa dela eu nao conseguia acreditar no que eu via, eu a achava linda, mas pessoalmente ela e a menina mais linda que eu ja vi na minha vida, ate hoje. Alias eu me lembro o dia que eu fui la, chequei no calendario e cai numa senguda feira, eu fui na casa dela dia 28 de julho de 2017. Ela era italiana, nascida e criada ate os 8 anos la, estava com uma camisa preta escrita i love roma, era romana. Tipo aquelas i love ny. O meu primeiro instinto foi agarrar ela e beijar, era completamente reciproco. Ficamos minutos sem falar, abracados, foi diferente de tudo que eu ja tinha tido. Eu entendi o que era amor, o que e esse negocio que queima no peito, bom... eu fiquei na casa dela ate as 6 horas da tarde, fui para a minha e meu mundo estava diferente. Eu tava sentindo as coisas diferente, eu tava mais feliz, eu nao consigo explicar, mas volto a falar sobre isso mais tarde. Conversamos e concordamos em me apresentar para a familia dela dia 4 de agosto, iria ter uma festa de aniversario da avo dela, eu sou muito timido (obvio, escreve sobre problema na internet) mas eu estava disposto a passar por qualquer coisa. Os pais dela eram pessoas bem legais, o pai era italiano e a mae brasileira, pessoas otimas. Quando estavamos a caminho do aniversario notei que estavamos no bairro do meu melhor amigo, como voces estavam prevendo, ela era parente dele. Ela manteve isso de surpresa, mas em uma das fotos que eu usava no tinder ele aparecia comigo, era uma foto bem idiota mas ela guardou pra me contar quando fosse ser mais engracado (palavras dela). Eu estava constrangido mas feliz, daquele dia apenas memorias doces. Nos nos acostumamos a nos ver 2x-3x por semana, eu fui o segundo namorado dela e perdemos a virginidade juntos, nao tinha como ser melhor do que aquilo. ATEEEEEEEEEEEE QQQUUUEEEEEEEE................ Um dia ela estava aqui em casa com o celular na mao falando com um amigo, eu li no celular dela pelo reflexo do oculos um nome, ela disse que ele era um amigo e a principio eles nao passavam disso, mas eu ja sabia que ele gostava dela. Ela era sempre bem aberta, nao tinha percebido que ele gostava dela, tanto que eu avisei. Eu nao era ciumento, eu confiava plenamente nela. Ela era prima do meu melhor amigo e uma mulher que eu idealizava. Tava tudo perfeito. Ela comecou a dar algumas desculpas no meio da semana, disse que tinha uns trabalhos etc. Eu desconfiava que ela estava me traindo, com 3 meses de namoro. Eu tava certo, mas bem... o inferno comecou. Eu sempre dizia que ela estava me traindo, argumentava e mostrava tudo, ela negava e fazia teatro. Mesmo assim eu ainda a via como a mulher mais linda que eu ja vi, ainda penso isso. Ainda tenho algo aqui dentro, nao diria que e amor mas continuando, nossa relacao maravilhosa comecou a ficar toxica. Muito toxica mesmo. Cheguei a invadir o celular dela, ela me traia descaradamente. Nos moravamos longe um do outro, sou de uma cidade de 600k habitantes, ela mora numa ponta e eu na outra. Era facil e conveniente. Um dia eu tomei banho, peguei meu celular e sai para a casa dela, era um dia que ela ia "fazer um trabalho" a tarde, tentei ligar pra ela, sem sucesso, mas ja estava a caminho, entao, foda-se. Toquei sua campainha, ela demorou pra abrir, entrei meio abafado, disse que queria deixar algo no quarto dela e ir ao banheiro. A casa dela era pequena, isso me dava desculpa para ver quase tudo. Passei e vi o quarto dos pais dela com a cama baguncada. Era onde nos transavamos, a cama era de casa, e o quarto dela de porta fechada. Ela entrou na frente e disse que nao queria que eu entrasse, eu disse ok e me virei, quando ela deu mole eu passei por ela e encarei a porta. Ela segurou meu braco e me chamou pelo nome do menino. Eu olhei pra cara dela com nojo, ela com medo, ela tentou me segurar e essa foi a unica vez que eu fiz forca contra ela na minha vida. Eu dei um arrancao, puxei meu braco violentamente e abri a porta. O menino estava sentado na cama dela, com uma cara de sarcastico. Eu nao apago essa porra. isso foi mais ou menos no 4 mes. Eu era bem toxico, mas a unica coisa que eu sempre pedi pra ela foi pra se afastar DESSE cara, eu sabia que nao ia ser bom, mas acho que ela me usou de degrau. por um segundo minha visao ficou embacada, eu soquei o rosto dele e parti pra cima, ele segurou meus bracos e disse que nao ia brigar comigo. Eu demorei uns 20 segundos ate parar de me debater e me acalmar um pouco. Me levantei e so queria ir embora, nem queria a alianca. Tinha dado para ela um anel de prata de 4 meses, eu jurava para todo mundo que seria ela, eu tinha certeza. Ela guardava uma garrafa de Mountain dew que eu dei pra ela, eu vi depois que me acalmei. Ela era contraditoria, me traia mas tinha pequenos gestos de amor genuino. Enfim, ela se botou na frente da porta e nao queria me deixar sair. Ficamos gritando, eu ameacei ir bater no menino, QUE AINDA ESTAVA NA CASA, ela disse que nao ia sair e que era pra eu bater nela, etc etc. Eu nao fiz nada. quando ela saiu da frente, depois de muita descussao, eu pedi o anel que tinha dado de volta, ela estava usando ele. Ela nao queria me dar, mas eu disse que tinha acabado e que aquele anel nao pertencia a ela mais. De novo, depois de muito grito e briga, ela me deu o anel, que imediatamente isolei, na frente dela. Tentamos de novo pois eu realmente a amava, ela acreditava que me amava, mas nao havia mais confianca. ela tinha de fato se afastado do menino dessa vez, como eu pedi, mas eu nao confiava mais nela. Ja tinha dado. Terminamos num domingo, nao quero me lembrar do dia, mas desde esse dia eu sinto falta dela. Eu fiquei com raiva e tivemos brigas horrorosas depois do termino. A mae dela descobriu que eu a chamei de puta, eu sempre omiti pra ela que a filha dela tinha me traido pq eu nao queria magoar a mae dela que era extremamente conservadora mas eu nao tava mais ligando, nao depois que eu fui apontado como o vilao. Eu recebi uma mensagem de texto da mae dela dizendo que tinha me tratado como filho etc que fui mal agradecido e que eu nao tinha o direito de falar assim da filha dela bla bla bla. Me bloqueou no whatsapp. Espumando de raiva, eu mandei um sms contando o nome do menino, dizendo que ela ia aparecer com ele logo mais, e que ele sempre foi o motivo das brigas, ela ficou sabendo quando terminamos da primeira vez, a menina quebrou um copo de raiva na pia segurando. Acompanhei ela pro medico nesse dia mas nao falei nada sobre isso com a mae dela, deixei ela falar antes, achava mais justo. O meu sms parecia uma profecia, que se concretizou como eu previ. Ela me desbloqueou pra me dar feliz aniversario, natal, ano novo e carnaval. Acho que ela notou quem era quem ne? Eu hoje estou namorando uma menina que sabe do meu trauma, me aceita, e e muito boa. Mesmo. Ela nao sabe que eu ainda sinto algo por essa outra menina, mas eu nao trairia ela por motivos obvios. Eu sou super carinhoso e a amo, mas lembra no comeco quando eu disse que sentia o mundo diferente quando eu comecei a namorar a primeira menina? Pois e, agora que tinhamos terminado eu literalmente sentia as coisas ao redor de forma diferente, quase como se tudo tivesse fora do lugar ou como se eu tivesse sido teleportado pra outra realidade. Ate hoje sinto um vazio e diversas vezes sinto saudade dela, creio que foi meu primeiro amor e quem sabe o maior, mas nao me impede de amar de novo. Eu fiz coisas terriveis pra ela mas que nao se compara com o que ela fez comigo. Minha atual namorada sabe da historia toda. Ela e um grande pilar e me da muita forca mas por algum motivo eu sinto uma vontade autodestrutiva de trazer minha ex pra minha vida. Ela agiu de forma completamente irrelevante sobre o que ela fez, e isso me trouxe uma dor extrema. Faz 2 anos que, TODOS OS DIAS da minha vida eu penso nela. Eu nao a trocaria pela minha atual, nem em um cenario hipotetico, mas eu sinto que eu tenho muitas pontas soltas com ela. Enfim, nao sei, eu me contradigo bastante, tita da terra,
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2019.01.15 07:09 SubstanciasToxicas O que fazer com um relacionamento mal acabado?

Bom dia gente e desculpa o tamanho do desabafo que está por vir, faz parte de um sentimento de muitos anos. Mas vou tentar falar de forma menos detalhada possível, senão fica impossível de ler.
Há alguns atrás eu conheci uma estrangeira que veio ao Brasil em um intercâmbio de curta duração. Nós começamos a ficar e passávamos praticamente o dia inteiro juntos, pois eu estava entrando de férias na faculdade e ia ficar alguns dias a mais pra terminar algumas coisas do projeto que eu fazia, então tinha bastante tempo livre, além disso a atividade do intercâmbio dela ainda não tinha começado também. Apesar da barreira linguística (nenhum de nós dois éramos fluentes em inglês), conversávamos bastante e nos dávamos bem, por conta disso fomos criando um laço emocional mais forte. Depois de algumas semanas, precisei ir pra casa e ela continuou nessa cidade. Continuávamos conversando à distância diariamente e, chegando o Natal, ela estava bastante frustrada pois não ia ter ninguém pra passar o feriado, então, convidei-a para vir à minha cidade e passar o Natal por aqui, podendo fazer umas viagens na região também. Passamos o Natal juntos, ela conheceu meus amigos e alguns familiares, levei ela pra conhecer a região e pudemos passar ótimos dias juntos, ficando ainda mais próximos. Mas o problema era que, como falei no início, ela estava em um intercâmbio de curto prazo, então não iria ficar no país por muito tempo.
Começamos a ter conversas mais profundas a respeito da nossa situação e senti que eu era mais preocupado com essa questão, pois eu tinha noção do quanto seria difícil manter um relacionamento à distância com ela morando em outro país (ela é asiática) e nós sem perspectiva alguma de podermos nos encontrar de novo por questões financeiras. Em poucos dias ela ia voltar pra outra cidade e em poucos meses ia estar voltando pro país dela. Mas mesmo assim ela "pressionava" para que assumíssemos um relacionamento sério naquele momento. Apresentei esses pontos de dificuldade a ela e disse que seria melhor que aproveitássemos melhor o momento e ver como seria a nossa relação depois que ela estivesse de volta ao seu país, mas que eu estaria disposto a tentar, caso víssemos que, nessa situação, o relacionamento pudesse resistir. Na hora, ela pareceu satisfeita com isso.
O tempo passou e ela enfim voltou ao país dela e após alguns dias, começou a falar que estava muito mal emocionalmente, que pensava muito em mim e que manter contato comigo sem poder me ver não estava sendo saudável pra ela e que precisava me esquecer. Tomou a decisão de me bloquear de todas as redes sociais e deletou também todas as pessoas que ela conheceu através de mim. (eu conheci ela o suficiente pra saber que isso não foi uma desculpa esfarrapada pra me dispensar). Fiquei de mãos atadas pois não tinha mais forma nenhuma de me comunicar com ela. De forma frustrada, vida que segue.
Após alguns anos, ela me desbloqueou nas redes sociais! Pude acompanhar novamente como ela estava, lugares que estava indo, aparentemente terminou um relacionamento cerca de um mês depois de me desbloquear... Mas no momento, visto que eu ainda não tinha perspectiva de poder visitá-la ou algo do tipo, preferi respeitar a decisão dela de cortar laços, até porque eu nem sabia se ela nutria algum sentimento por mim. Podia tentar contato e quebrar a cara feio, ou trazer o sentimento de tristeza novamente, piorando ainda mais as coisas. Beleza, vida que segue novamente. Mas um tempo depois, algo me chamou atenção. Ela publicou um texto no Instagram na língua dela com uma imagem toda preta. eu joguei no Google tradutor e, pasmem, ela estava falando de mim! Pedi a uma amiga que também é do país dela pra traduzir, visto que a tradução online não foi 100% e ela mesma ao traduzir percebeu quem era e que era sobre mim (pedi pra traduzir sem contar de onde tirei o texto). Aproveitei pra conversar com essa amiga e pedir a opinião dela se eu devia falar com a menina, mas na opinião dela não era uma boa ideia pois eu não ia poder 'fazer nada' (encontrá -la pessoalmente). Vida que segue novamente.
Nesse último ano, no entanto, uma coisa está me incomodando bastante. Eu simplesmente não consigo me envolver emocionalmente com outra pessoa, pois ainda sinto que tenho a possibilidade de estar com ela novamente e acho que vale a pena correr atrás disso. Vários anos já se passaram e eu amadureci bastante e tenho certeza que ela também, e agora eu já tenho uma perspectiva de poder ir pra fora do país, seja temporária ou permanentemente! Então as coisas mudaram bastante. Mas acho que apostar todas as fichas em ir para o país dela e depois tentar contato pode ser um grande desastre. E se ela não gostar mais de mim? E se, ao nos conhecermos mais depois de mais maduros concluirmos que não vamos dar certo? Eu vou perder todas as oportunidades de conhecer outra pessoa legal por algo que nem sei ser possível?
Por isso, eu estava pensando em tentar voltar a ter contato com ela, principalmente porque atualmente as redes sociais dela não mostram muitas informações/fotos para quem não a tem adicionada. Tentar conversar com ela e construir uma relação antes de qualquer chance de nos vermos. Estou aprendendo a língua do país dela inclusive, não exatamente por causa disso mas que na área que estou me formando, vai ser um grande diferencial no futuro para eu entrar em uma grande empresa.
Enfim, gostaria de saber a opinião de vcs sobre o que fazer. Sinto que o que mais preciso é de uma perspectiva sobre as nossas chances. Se por acaso ela me dispensar de forma mais definitiva, acho que quebraria essa barreira de me relacionar profundamente com outras pessoas.
É isso gente. Obrigado a quem teve disposição de ler tudo isso, vocês são demais. Toda opinião será bem vinda.
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